E-commerce brasileiro cresceu 37,5% em um ano, segundo pesquisa

De acordo com a pesquisa divulgada nesta quarta-feira (26) pelo BigData Corp. e pelo PayPal, o país chega a marca dos 1,3 milhão de lojas online. Foi possível perceber por meio da pesquisa, que a pandemia de coronavírus propiciou um crescimento de 40,7% este ano ao comércio eletrônico.

Aumento considerável de lojas virtuais

Essa foi a maior aceleração já registrada desde o início do levantamento feito pelas empresas em 2015. Em 2019, o segmento cresceu 37,6% e, no ano anterior, 12,5%.

Qual é o perfil do empreendedor e das lojas virtuais brasileiras?

A pesquisa mostra uma questão interessante sobre o perfil do empreendedor brasileiro em relação ao ecommerce: 92% das lojas não possuem uma sede física, e está ocorrendo uma migração forte, ou seja, quase a metade do total de lojas digitais, dos microempreendedores para a internet pensando em tocar seus negócios de pequeno porte.

“Para enxergar a presença do pequeno empreendedor no ecommerce brasileiro é preciso avaliar quantos ecommerces não têm sequer um único empregado: pela primeira vez este ano eles são maioria, ou 52,63%”, afirmou Thoran Rodrigues, presidente da BigDataCorp.

De acordo com pesquisa, de 2019, realizada pela Paypal, o e-commerce praticamente triplicou sua participação no total de sites da web brasileira desde 2015. De lá para cá, saiu de uma fatia de meros 2,65% para os atuais 7,04%, comprovando sua crescente importância.

Sites pequenos, com até 10 mil visitas mensais, hoje dominam a cena. E ainda com a entrada de mais de 250 mil novas lojas online no último ano, aumentaram sua participação, de 82,48% para 88,77%. 

E eles também estão durando mais!

O tempo médio de vida de um e-commerce mais do que quintuplicou desde 2015: há quatro anos, as lojas online ficavam ativas por, em média, três meses (cerca de 94 dias). Hoje, os comércios eletrônicos no País duram, em média, 487 dias, ou pouco mais de um ano e quatro meses.

“O que vemos hoje, no entanto, é que tudo o que foi represado no passado desaguou com força entre 2018 e 2019. O e-commerce, mais uma vez, está sendo uma opção para quem quer empreender no País” Thoran Rodrigues, CEO e fundador da BigData Corp.

Quais redes sociais os empreendedores mais usam?

Youtube foi o grande destaque da pesquisa no crescimento de sua relevância para os ecommerces. Entre as lojas que usam redes sociais, esta apareceu em 40% dos casos, atrás apenas do Facebook, que está presente em 54% das lojas digitais brasileiras.

E quanto aos meios de pagamento para ecommerce?

Ainda de acordo com a pesquisa, a adoção de meios de pagamento eletrônicos cresceu 5,4 pontos percentuais em relação a 2019, sendo uma alternativa para 55,68% das lojas. Já o preço médio dos produtos vendidos é inferior a R$ 100 em 76% dos casos.

Apesar da constatação geral em relação a outras pesquisas já divulgadas de que o ticket médio de compras na internet pelos brasileiros está aumentando significativamente, por conta dos produtos eletrônicos que muitas vezes tem o preço mais alto que R$ 100.

A pesquisa foi realizada com a captura de dados da internet feita pela BigData Corp., extraída de visitas a mais de 28 milhões de sites. Os dados apresentados foram colhidos na primeira semana de agosto de 2020.

Outros dados de pesquisa divulgados no ano passado pela Paypal, revelam que está aumentando a maturidade do e-commerce brasileiro quanto aos produtos oferecidos. As lojas on-line estão mais confiantes em ofertar itens mais caros: 25,96% dos itens expostos em suas vitrines virtuais são de produtos que custam mais de R$ 100 (*). Com isso, a categoria de produtos entre R$ 100 e R$ 500 cresceu cerca de 5 pontos percentuais, de 6,45% no ano passado, para uma participação de 11,30%.

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